Mercúrio era um Deus da mitologia romana, que tinha sobre seu protectorado várias coisas, dentre elas, o comércio. Era filho do deus Júpiter (o maior), e o mensageiro de todos os Deuses, devido à sua grande agilidade (simbolizadas pelas duas asas que ladeiam seu capacete) e de dispor da confiança da divindade máxima.
O caduceu era um bastão de ouro que Mercúrio recebera em troca de instrumentos musicais que inventara (a lira e a flauta) e que haviam maravilhado o Deus Apolo. Diz a mitologia que no acto Mercúrio não só trocou apenas os objectos, como também exigiu também que Apolo que lhe repassasse segredos de magia, e especial o dom da adivinhação; O caduceu passou a ser símbolo dos atributos de Mercúrio, e este, passou a ter o poder da previsão; Mais tarde, usando o capacete de Hades, Mercúrio tornava-se invisível, e desta forma, prestou grandes serviços a outros deuses. As habilidades de Mercúrio transformaram-no no principal intérprete da vontade divina tornando-se no mais ocupado de todos os deuses da mitologia e no que inspirava mais confiança.
Ao tomar o caduceu como seu símbolo, ele também se tornou o símbolo de tudo o que Cadeceu protegia, entre outras coisas, o comércio. Uma vez que Contabilidade Comercial foi a ciência mais importante durante milénios, é justificável a adopção de Mercúrio como patrono da Contabilidade.
O que o Caduceu evoca, para os contabilistas e peritos contabilistas, é o respeito à divindade (ainda que mitológica) e à sugestão de que eles possam, proteger as riquezas com a sua sabedoria e capacidade de previsão, transformando estas profissões, com a sua orientação, zelo, integridade e ética, em representantes de Mercúrio e como tal proteger o comércio (no sentido amplo de todas as actividades, pois Mercúrio também servia todos do Deuses) defendendo assim os interesses dos empreendimentos.
Com base nesses pressupostos mitológicos, foram os símbolos tidos como universais para a ciência contábil, adoptados para a OCPCA, adequando-os para o contexto específico de Angola, isto é fazendo uma fusão com os símbolos da soberania angolana para conferirem-no personalidade e nacionalidade.
Deste modo, temos que:
Estatueta minoica da Deusa das serpentes a.C. 1.600.
A serpente é uma antiga divindade da sabedoria no Médio Oriente e na região do mar Egeu, sendo, intuitivamente, um símbolo telúrico.
Serpente: símbolo
Embora seja usada como símbolo de regeneração e Imortalidade, a serpente, é também um claro símbolo da unidade em tudo e todos, a totalidade da existência.